Gio Lourenço

GIO LOURENÇO, (Luanda, 1987) Ator/Performer. Cresceu em Portugal, formado em “Teatro e Animação” (2001), pela CERCICA (Cascais). Em 2016, fez estudos em Dança, no c.e.m. – centro em movimento, como bolseiro do Centro Nacional de Cultura. É fundador e ator residente do Teatro GRIOT, desde 2009. Em teatro, como ator trabalhou com Zia Soares, Rogério de Carvalho, Nuno M. Cardoso, Guilherme Mendonça, Bruno Bravo, António Pires, João Fiadeiro, Hélder Costa, Paula Diogo, José Carretas, Amélia Videira, Ana Paula Reis e Genoveva Faísca. Em dança/ performance destaca as colaborações com Filipa Francisco, Vânia Doutel Vaz e Calixto Neto. Como criador, desenvolveu “PRETA”, apresentada na 17º Bienal de Veneza (2021), no âmbito do projeto “Space of Others” de Afaina de Jong. Colaborou com Sofia Berberan, em “Memória Botânica”, para o catálogo Exploratorium, no âmbito, também, da 17º Bienal de Veneza. Em 2022, participou, como intérprete-coreógrafo, no projeto “Charging Change” de Michelle Eistrup (artista visual), apresentado na Documenta15 (Cassel, Alemanha). Recentemente, criou e interpretou o espetáculo “Boca Fala Tropa”, em 2022, estreado n’ O Espaço do Tempo e apresentado no Alkantara Festival, sendo destacado como um dos melhores espetáculos de Dança, desse ano, pelo jornal Expresso. Foi selecionado, ainda, para PT.23 (Portuguese Plataform For Performing Artist)

Gio Lourenço

GIO LOURENÇO, (Luanda, 1987) Ator/Performer. Cresceu em Portugal, formado em “Teatro e Animação” (2001), pela CERCICA (Cascais). Em 2016, fez estudos em Dança, no c.e.m. – centro em movimento, como bolseiro do Centro Nacional de Cultura. É fundador e ator residente do Teatro GRIOT, desde 2009. Em teatro, como ator trabalhou com Zia Soares, Rogério de Carvalho, Nuno M. Cardoso, Guilherme Mendonça, Bruno Bravo, António Pires, João Fiadeiro, Hélder Costa, Paula Diogo, José Carretas, Amélia Videira, Ana Paula Reis e Genoveva Faísca. Em dança/ performance destaca as colaborações com Filipa Francisco, Vânia Doutel Vaz e Calixto Neto. Como criador, desenvolveu “PRETA”, apresentada na 17º Bienal de Veneza (2021), no âmbito do projeto “Space of Others” de Afaina de Jong. Colaborou com Sofia Berberan, em “Memória Botânica”, para o catálogo Exploratorium, no âmbito, também, da 17º Bienal de Veneza. Em 2022, participou, como intérprete-coreógrafo, no projeto “Charging Change” de Michelle Eistrup (artista visual), apresentado na Documenta15 (Cassel, Alemanha). Recentemente, criou e interpretou o espetáculo “Boca Fala Tropa”, em 2022, estreado n’ O Espaço do Tempo e apresentado no Alkantara Festival, sendo destacado como um dos melhores espetáculos de Dança, desse ano, pelo jornal Expresso. Foi selecionado, ainda, para PT.23 (Portuguese Plataform For Performing Artist)