Vasco Barroso

Em 1994 apelidaram-me de Batista e Barroso, a minha mãe chamava-me Vasco Miguel quando se zangava, mas eu gosto que me conheçam por Vasco Barroso. 

Sou formado pela Escola Profissional de Teatro de Cascais, e estou, desde 2014, matriculado na Escola Superior de Teatro e Cinema (Em 2022 terminei finalmente o 1o ano de Teatro – Ramo actores, e deduzo que até 2028 consiga chegar ao fim do meu périplo académico). 

Depois de ter em mãos o diploma de actor em 2014, de me ter estreado com a Fernanda Lapa no São Luiz, e de ter trabalhado com a Fábrica das Artes em pequenos projectos, optei, em 2015, por desistir da representação e ir viver umas histórias de amor para Inglaterra.
O amor nessas terras gélidas não perdurou – eu também não, embora não o tivesse compreendido durante algum tempo. Durante 7 anos, entre Inglaterra, Lisboa, e Tenerife, fui brincando aos empregados de mesa, bartenders, fotógrafos de comida, tradutores, desgraçados de call-center, gestores de qualidade, e directores de desenvolvimento organizacional de recursos Humanos – cheguei até a ter heterónimos; como nada me entusiasmou decidi voltar a representar a tempo inteiro em 2022, para ver se ganhava algum ânimo. 

Enquanto mortal perco o meu tempo a tocar piano; jogar PlayStation e futebol; ler filosofia, romances, ciência (crise climática) e ciência política; ver cinema Europeu e Asiático.
(Não vou mencionar as horas perdidas com reels do Instagram, ou as consultas de psicologia para não parecer mal.) 

Não sou religioso. Não bebo aos domingos. Sou péssimo com pontuação e gramática. 

Se precisarem de algumas referências tenho trabalhado com regularidade com as Crianças Loucas (Vicente Wallenstein e João Cachola), a Formiga Atómica (Miguel Fragata e Inês Barahona), os TAPAFUROS (Rui Mário e Luís Lobão), e o CCB Fábrica das Artes (Catarina Rôlo Salgueiro, Maria Gil, Teresa Gentil, e Suzana Branco). Talvez eles possam falar muito bem – ou muito mal (não acredito em meios termos) – de mim. 

Esta carta pode parecer presunçosa, mas disso tenho pouco – não consigo escrever sem soar ao Duque de Bragança. 

Obrigado pelo vosso tempo. 

Vasco Barroso

Em 1994 apelidaram-me de Batista e Barroso, a minha mãe chamava-me Vasco Miguel quando se zangava, mas eu gosto que me conheçam por Vasco Barroso.

Sou formado pela Escola Profissional de Teatro de Cascais, e estou, desde 2014, matriculado na Escola Superior de Teatro e Cinema (Em 2022 terminei finalmente o 1o ano de Teatro – Ramo actores, e deduzo que até 2028 consiga chegar ao fim do meu périplo académico).

Depois de ter em mãos o diploma de actor em 2014, de me ter estreado com a Fernanda Lapa no São Luiz, e de ter trabalhado com a Fábrica das Artes em pequenos projectos, optei, em 2015, por desistir da representação e ir viver umas histórias de amor para Inglaterra.
O amor nessas terras gélidas não perdurou – eu também não, embora não o tivesse compreendido durante algum tempo. Durante 7 anos, entre Inglaterra, Lisboa, e Tenerife, fui brincando aos empregados de mesa, bartenders, fotógrafos de comida, tradutores, desgraçados de call-center, gestores de qualidade, e directores de desenvolvimento organizacional de recursos Humanos – cheguei até a ter heterónimos; como nada me entusiasmou decidi voltar a representar a tempo inteiro em 2022, para ver se ganhava algum ânimo.

Enquanto mortal perco o meu tempo a tocar piano; jogar PlayStation e futebol; ler filosofia, romances, ciência (crise climática) e ciência política; ver cinema Europeu e Asiático.
(Não vou mencionar as horas perdidas com reels do Instagram, ou as consultas de psicologia para não parecer mal.)

Não sou religioso. Não bebo aos domingos. Sou péssimo com pontuação e gramática.

Se precisarem de algumas referências tenho trabalhado com regularidade com as Crianças Loucas (Vicente Wallenstein e João Cachola), a Formiga Atómica (Miguel Fragata e Inês Barahona), os TAPAFUROS (Rui Mário e Luís Lobão), e o CCB Fábrica das Artes (Catarina Rôlo Salgueiro, Maria Gil, Teresa Gentil, e Suzana Branco). Talvez eles possam falar muito bem – ou muito mal (não acredito em meios termos) – de mim.

Esta carta pode parecer presunçosa, mas disso tenho pouco – não consigo escrever sem soar ao Duque de Bragança.

Obrigado pelo vosso tempo.

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