Rita Cabaço

Licenciada em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema em 2014. Tem o Ωcurso da Escola Profissional de Teatro de Cascais. Em 2010 estreou-se em “A Nossa Cidade”, de Thornton Wilder, encenação de Carlos Avilez no Teatro Experimental de Cascais. Posteriormente trabalhou com vários encenadores, onde se destacam as seguintes peças: “Actores” (2018), de Marco Martins; “A Estupidez” (2017), de Rafael Spregelburd, encenação João Pedro Mamede; “Música” (2016), de Frank Wedekind, “Hamlet” (2015), de W. Shakespeare e “Pílades” (2014), de Pier Paolo Pasolini, encenação de Luís Miguel Cintra; “Inimigo do Povo” (2014), de Henrik Ibsen, encenação de Álvaro Correia ; “Punk Rock” (2014), de Simon Stephens, encenação de Pedro Carraca; “O Campeão do Mundo Ocidental” (2013), de J. M. Synge, encenação de Jorge Silva Melo.

No cinema integrou as longas-metragens de “O Vento Assobiando nas Gruas” de Jeanne Walt (2021), “Vale das Dúvidas” (2020), de Francisca Manuel “Raiva” (2018), de Sérgio Tréfaut, adaptação do romance “Seara de Vento” de Manuel da Fonseca, ambos estreias no Festival IndieLisboa 2018 e participou na curta-metragem “A Rapariga e o Sapo” (2018), de Inês Oliveira.

Em Televisão integrou o elenco das séries, “Princípio, Meio e Fim” (2021), de Bruno Nogueira, SP/SIC, “Glória” (2020), de Tiago Guedes, Netflix Internacinal, “Conta-me Como Foi”– Série SP/RTP, “Lisboa Azul” de Joana Rodrigues, ambas em (2019) e “Três Mulheres”, de Fernando Vendrell, “Sul”, de Ivo Ferreira (2018) para a RTP.

Em 2015 funda a sua companhia Teatro da Cidade, que possui as peças: “Os Justos” (2016), de Albert Camus; “Topografia” (2017), “Que Boa Ideia, Virmos Para as Montanhas”, (2018), “Karõshi”, (2020), “Matança Ritual”, (2020).

 

Rita Cabaço

Licenciada em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema em 2014. Tem o Ωcurso da Escola Profissional de Teatro de Cascais. Em 2010 estreou-se em “A Nossa Cidade”, de Thornton Wilder, encenação de Carlos Avilez no Teatro Experimental de Cascais. Posteriormente trabalhou com vários encenadores, onde se destacam as seguintes peças: “Actores” (2018), de Marco Martins; “A Estupidez” (2017), de Rafael Spregelburd, encenação João Pedro Mamede; “Música” (2016), de Frank Wedekind, “Hamlet” (2015), de W. Shakespeare e “Pílades” (2014), de Pier Paolo Pasolini, encenação de Luís Miguel Cintra; “Inimigo do Povo” (2014), de Henrik Ibsen, encenação de Álvaro Correia ; “Punk Rock” (2014), de Simon Stephens, encenação de Pedro Carraca; “O Campeão do Mundo Ocidental” (2013), de J. M. Synge, encenação de Jorge Silva Melo.

No cinema integrou as longas-metragens de “O Vento Assobiando nas Gruas” de Jeanne Walt (2021), “Vale das Dúvidas” (2020), de Francisca Manuel “Raiva” (2018), de Sérgio Tréfaut, adaptação do romance “Seara de Vento” de Manuel da Fonseca, ambos estreias no Festival IndieLisboa 2018 e participou na curta-metragem “A Rapariga e o Sapo” (2018), de Inês Oliveira.

Em Televisão integrou o elenco das séries, “Princípio, Meio e Fim” (2021), de Bruno Nogueira, SP/SIC, “Glória” (2020), de Tiago Guedes, Netflix Internacinal, “Conta-me Como Foi”– Série SP/RTP, “Lisboa Azul” de Joana Rodrigues, ambas em (2019) e “Três Mulheres”, de Fernando Vendrell, “Sul”, de Ivo Ferreira (2018) para a RTP.

Em 2015 funda a sua companhia Teatro da Cidade, que possui as peças: “Os Justos” (2016), de Albert Camus; “Topografia” (2017), “Que Boa Ideia, Virmos Para as Montanhas”, (2018), “Karõshi”, (2020), “Matança Ritual”, (2020).