José Pinto Carneiro

Escritor, argumentista e advogado (agora, felizmente, só em causa própria). Praticante de artes marciais durante vinte anos, maratonista ocioso, caminheiro irrequieto. Depois de uma licenciatura em Direito que lhe permitiu ver como funcionava o mundo, encontrou equilíbrio na escrita e começou a exercer advocacia para poder sustentar o seu trabalho literário. Logrou publicar o seu primeiro livro na Editora Cotovia pouco depois de acabar o estágio de advocacia. Percebendo que era a escrever que se sentia bem, resolveu aproveitar ter-se apaixonado por uma lisboeta e deixou o Norte rumo à capital, em 2003. Aqui dedicou-se à escrita a tempo inteiro. Mas para televisão. A escrita literária cedeu lugar (crê-se que temporariamente) à escrita para o audiovisual, tendo começado a escrever entretenimento e depois ficção, colaborando com as principais produtoras da área (D&D, Plural e SP Televisão). Atualmente é argumentista na SP Televisão. Escreveu seis livros (romance, contos e BD) e participou na escrita de dois filmes, várias séries (Desde “Depois do Adeus” a “Bem vindos a Beirais”), novelas (desde o remake da “Vila Faia” até “Alma e Coração”) e agora também é Professor Ajdunto Convidado na pós graduação “Storytelling” na ESCS.

José Pinto Carneiro

Escritor, argumentista e advogado (agora, felizmente, só em causa própria). Praticante de artes marciais durante vinte anos, maratonista ocioso, caminheiro irrequieto. Depois de uma licenciatura em Direito que lhe permitiu ver como funcionava o mundo, encontrou equilíbrio na escrita e começou a exercer advocacia para poder sustentar o seu trabalho literário. Logrou publicar o seu primeiro livro na Editora Cotovia pouco depois de acabar o estágio de advocacia. Percebendo que era a escrever que se sentia bem, resolveu aproveitar ter-se apaixonado por uma lisboeta e deixou o Norte rumo à capital, em 2003. Aqui dedicou-se à escrita a tempo inteiro. Mas para televisão. A escrita literária cedeu lugar (crê-se que temporariamente) à escrita para o audiovisual, tendo começado a escrever entretenimento e depois ficção, colaborando com as principais produtoras da área (D&D, Plural e SP Televisão). Atualmente é argumentista na SP Televisão. Escreveu seis livros (romance, contos e BD) e participou na escrita de dois filmes, várias séries (Desde “Depois do Adeus” a “Bem vindos a Beirais”), novelas (desde o remake da “Vila Faia” até “Alma e Coração”) e agora também é Professor Ajdunto Convidado na pós graduação “Storytelling” na ESCS.

FILMOGRAFIA

Terra Brava

Alva e Coração

Paixão

O Sábio

Coração D'Ouro

Mar Salgado

Bem-vindos a Beirais

BIBLIOGRAFIA

SINOPSE

O Estranho Caso da Boazona que Me Entrou Pelo Escritório Adentro” narra as aventuras de um detective particular português, A. Santiago, com escritório na cidade do Porto, proprietário da Chica, uma Sig Sauer P228 de 9 mm.
Estamos perante uma personagem com características bem “portugas”, um enredo bem urdido e verosímil na sociedade portuguesa. A narrativa é bem-humorada, característica para que o próprio título da obra já aponta, deixando o leitor bem disposto, com vontade de chegar ao fim do livro e ficando à espera da próxima aventura de A. Santiago, o que até este momento não sucedeu.
Está-se perante uma história que diverte, bem escrita, com ritmo, que leva o leitor a tentar deslindar o fim, e sem preocupações de mensagens sub-liminares, tão ao gosto de muitos autores.
A obra tem um subtítulo, “Relatórios confidenciais de um detective privado”, e o primeiro capítulo dá o título à obra. O bom humor do escritor revela-se ainda na escolha dos títulos dos outros capítulos: “O estranho caso do gajo que foi cozido vivo num enorme panelão”, “ O estranho caso dos pneus chiadores”, O estranho caso de isto se estar a complicar”, “ … depois dou-lhe um título” e “ Este tão estranho caso”.

SINOPSE

“Um homem anula-se quando cede à violência. Um cinturão negro é alguém que domina a violência, é senhor do mal que ela transporta, é o guarda da masmorra onde ela deve ser mantida” (p. 32).

SINOPSE

Angola, 1914. Numa época em que a Europa vive os primeiros episódios de uma guerra sangrenta, em África os Alemães ameaçam atacar a fronteira sudoeste do território colonial português. Com o posto de Cuangar em perigo iminente, um destacamento militar é enviado da costa para sua defesa. Entre as hostes nacionais destaca-se um anti-herói igual a tantos outros, o pacato soldado 35. Atraído a África pela perspectiva de leões e aventura, cedo irá descobrir o que lhe reserva o continente profundo. A História está repleta de notas de rodapé feitas de gente anónima, cujos desejos também serviram para tecer a malha do mundo que somos hoje. Esta é a história de um desses soldados desconhecidos. Alguém (ainda aqui permanecerá anónimo) que viveu um quotidiano de deslumbramentos, angústias, alegrias, medos, que ganhou e perdeu, como qualquer um de nós. Ou talvez mais. E que morreu e desapareceu, digerido pelo tempo. De tal maneira que talvez nem tenha existido.

 

SINOPSE

“Todas não, como é óbvio. Mas sou simpático, giro e atencioso o suficiente para despertar conforto nas mulheres que vou conhecendo ao ponto de muitas delaas me concederem o seu amor. Conceder amor é fácil quando se encontra alguém disposto a alojá-lo, alguém simpático, giro e atencioso o suficiente para despertar conforto. Todas as mulheres querem ardentemente conceder o seu amor, e isso facilita. De maneira que basta darmos-lhes (a) a mão limpa, por assim dizer, (b) um espaço carinhoso para se sentarem, num momento em que suspiramde fadiga, (c) criar oportunidades para que isso aconteça algumas vezes seguidas. E pronto, as mulheres cedem logo o seu amor. Todas se apaixonam por mim, quase todas. Sou inteligente o suficiente para saber ser simpático e atencioso de forma eficaz, e sou giro na medida exacta em que não sou feio. Qualquer homem que reúna estas elementares e banais destrezas tem o poder suficiente. Só não verá que todas se apaixonam por ele se não lhes der oportunidades, se ele próprio se apaixonar por alguém e se tornar exclusivo.”