Fazemos gestão de carreiras de atores e guionistas em
Televisão, Cinema, Publicidade, Entertainment e produção de Teatro.

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Cucha Carvalheiro, Fernando Luís e Manuela Couto em A SENHORA DE DUBUQUE, de Edward Albee | Encenação Álvaro Correia | 29 Fev – 21 Abr | Teatro da Trindade

Quatro casais encontram-se nesta peça. Três deles, um aparente grupo de bons amigos, divertem-se a jogar às 20 questões. Desta vez a festa é em casa de Jo e Sam. O grupo parece estável, apesar da tensão criada pelo jogo e pelo álcool. Mas essa estabilidade vai-se alterando ao longo da peça, assim como as boas maneiras se vão esboroando e a animosidade entre eles vai ficando exposta. A chegada

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Manuela Couto é Luísa Cordeiro em SENHORA DO MAR, nova novela da SIC

MANUELA COUTO É LUÍSA CORDEIRO NA NOVA NOVELA SENHORA DO MAR Joana Pedrosa, é uma mulher que chega a nado a uma praia na Ilha Terceira, a lutar pela vida. Acabou de fazer 36 anos, uns dias antes, e de descobrir que está grávida. A notícia seria de grande felicidade para uma mulher que queria muito ser mãe, mas há um problema: Alexandre, o marido, ainda não sabe da gravidez e Joana

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Romeu Costa é Sérgio Pires em SENHORA DO MAR, na nova novela da SIC

Joana Pedrosa, é uma mulher que chega a nado a uma praia na Ilha Terceira, a lutar pela vida. Acabou de fazer 36 anos, uns dias antes, e de descobrir que está grávida. A notícia seria de grande felicidade para uma mulher que queria muito ser mãe, mas há um problema: Alexandre, o marido, ainda não sabe da gravidez e Joana teme que ele não a aceite. Ele é controlador e,

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Rafael Gomes na peça “LIVRO DE PANTAGRUEL”, de Ricardo Neves-Neves e Filipe Raposo, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa

Depois de Banda Sonora e A Reconquista de Olivenza, o dramaturgo e encenador Ricardo Neves-Neves e o pianista e compositor Filipe Raposo voltam a encontrar-se e a juntar-se à Orquestra Metropolitana de Lisboa em O Livro de Pantagruel. Uma vez mais, criam um universo de fantasia, cheio de delírios e extravagâncias, de humor negro e de muitas outras tonalidades. É sobre canibalismo, este espetáculo, literal ou nem por isso. E

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Fernando Luís é Teodoro Mosquito FLOR SEM TEMPO, na novela da SIC/SP

Encarregado de campo, na Quinta Chão da Serra, é casado com Elisa e tem dois filhos: Mimi e Gabriel. Ele e a irmã, Cremilde, são inseparáveis, o que é a causa da maior parte das discussões em sua casa, pois as duas dão-se como cão e gato e ele não gosta de tomar partidos. Irá ver os seus piores pesadelos concretizarem-se quando descobrir que a mulher foi vítima de um desfalque e

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MANUELA COUTO, em FREE, texto de Miguel Graça e encenação Rodrigo Aleixo | De 18 a 28 de maio, no Teatro Experimental de Cascais – TEC

De terça a sábado 21h00 | domingo às 16h002h15 com intervalo | M/14 anos CO-PRODUÇÃO: TEATRO GÍRIA E TEATRO EXPERIMENTAL DE CASCAISCenografia: José Manuel Castanheira | Figurinos: Fernando Alvarez | Assistência de encenação: Pedro Caeiro | Desenho de Luz: Pedro Guimarães | Percussionista: Miguel Sobral Curado | Interpretação: Bárbara Branco, Daryab Rasoli, Francisco Monteiro Lopes, João Gaspar, Mário Coelho, Manuela Couto, Patrícia Fonseca, Rivânia Saraiva e Afonso Lourenço, Maria Mingote,

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NÍDIA ROQUE em “A Omissão da Família Coleman” de Claudio Tolcachir, encenação de Pedro Carraca, no Teatro da Politécnica de 27 de Abril a 27 de Maio

Tradução Rita Bueno Maia Com Américo Silva, Ana Castro, Antónia Terrinha, Hélder Braz, Nídia Roque, Nuno Gonçalo Rodrigues, Raquel Montenegro e Vicente Wallenstein Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Construção e montagem Francisco Silva Luz Pedro Domingos Montagem Flávio Martins Som André Pires Operação Lucas Domingos Assistente de encenação Inês Pereira com o apoio de Carla Madeira, Gonçalo Silva, Rafael Arnault e Rodrigo Leite Encenação Pedro Carraca  AVÓ  Não estejas tão zangado, é a tua família, é assim. Que hás-de

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RAFAEL GOMES é o jovem José Cardoso Pires, no filme “Sombras Brancas”, de Fernando Vendrell | Produção David & Golias | Nos cinemas

Um escritor que não escreve. Aos 71 anos, José Cardoso Pires sofre um acidente vascular cerebral, perdendo a capacidade de se relacionar com o mundo. Apesar de ser escritor, não reconhece as palavras e não consegue sequer articulá-las com nexo. Rodeado de vultos translúcidos com quem não é capaz de se comunicar, contempla, apático, a consternação de familiares e amigos. A seu lado, permanece a sua mulher, Edite. Acompanhando-o na

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Raquel Castro é protagonista da longa metragem “CIDADE RABAT”, realização de Susana Nobre

Cidade Rabat é uma comédia melancólica sobre o luto. Helena tem quarenta anos e tem uma filha com doze anos chamada Maria com quem vive, em semanas alternadas com o pai. Helena trabalha como produtora de cinema e sente-se reprimida pelo quotidiano burocrático das suas funções. Após a morte da sua mãe, Helena é atingida por um sentimento de orfandade enegrecido pelo ambiente de morbidade que a envolveu nos últimos

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Tiago Fernandes em “Justos Entre as Nações – O Silêncio de Cécile”, autoria e encenação de Eduardo Molina

Enquadramento histórico:Durante a II Guerra, o casal luso-francês José de Brito Mendes e Marie-Louise vivia em Saint-Ouen (arredores de Paris), tendo como vizinhos Aron e Fojgel Berkovic, um casal judeu.Os Brito Mendes tinham um filho: Jacques. Os Berkovic tinham uma filha: Cécile. Depois de Aron ser levado para Auschwitz, Fojgel percebe que é uma questão de tempo para ser levada também. Os Brito Mendes, arriscando igualmente a vida, mantêm a seu cuidado a

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Cucha Carvalheiro escreve e encena “Fonte da Raiva”, de 1 a 12 de fevereiro, no Teatro São Luiz

Amélia, uma mulher filha de mãe branca e pai negro, regressa às ruínas da casa onde nasceu, em Fonte da Raiva, uma das aldeias mais pobres de Portugal, e evoca memórias do verão de 1962, o verão de todas as mudanças. O império português, desde a queda de Goa, o assalto ao Santa Maria e o início da guerra colonial, iniciara a sua lenta agonia, no ano anterior. Em Portugal

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Pedro Giestas | Nova Representação

Licenciado em Teatro e educação pela ESTC. Subiu aos palcos com 7 anos para fazer teatro e depois também para dançar, cantar e tocar. Estreia-se como profissional, pela mão de Carlos Avilez em 1992 no Teatro Nacional D. Maria II. Tem dirigido projectos culturais desde 1991 altura em que fundou o seu primeiro grupo de teatro em Lisboa. Foi diretor das Comédias do Minho. Em 2007 criou o projecto Teatro

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Rita Cruz na peça “Não Me Faças Perder Tempo”, encenação de Rui Neto | Teatro Aberto

Quem não desejaria apaixonar-se à primeira vista? Encontrar um amor para a vida toda? Há quem procure realizar este desejo de hoje e de sempre através do speed-dating, um dispositivo de encontros entre desconhecidos que buscam o amor. Quatro mulheres e quatro homens têm quatro minutos para conversar com cada uma das pessoas do sexo oposto. A limitação de tempo implica que cada frase seja importante e tenha o poder

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Fernando Luís é o Diácono Miguel Brito na novela da SIC “Por Ti” | Produção SP Televisão

Foi educado numa família católica e apesar de ter percebido, muito cedo, que o pai não seguia tudo o que apregoava, a sua fé nunca foi abalada. Pelo contrário, desde que viu o pai a trair a mãe decidiu ser padre. Mas a sua vocação foi posta à prova por Isabel e numa noite, a tentação foi mais forte do que a razão, com os dois a perderem a virgindade juntos. Miguel sabia que

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António Melo é Constantino na novela da TVI “Rua das Flores” | Produção Plural Entertainment

Constantino | Interpretado por António Melo Já todos ouviram falar da “pessoa certa no lugar certo”? Já do Constantino é que não. Homem nos 50, ex-empregado de mesa e atual dono do Hostel. Casado com Íris. Trambiqueiro, engana os clientes colocando fotos da net a anunciar o seu hostel todo podre. Vende quartos deluxe superior quando na realidade são camaratas partilhadas por residentes habituais. Tem uma admiração enorme pela mulher, que

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Heitor Lourenço é Valentim Valério na novela da Sic “Amor, Amor” | Produção Sp Televisão

Dizem que Valentim Valério é o herdeiro das grandes vozes emblemáticas portuguesas. Um homem que construiu uma carreira de mais de 20 anos assente no seu eterno charme, mas cuja vida privada é um mistério. Valentim nasceu Armando, mas não trabalhou no campo, como apregoa e as suas origens humildes, apenas têm uma ponta de verdade… Criado pelo pai, que enviuvou cedo, cresceu num faustoso hotel, onde o pai era chefe de

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Fernando Luís é Alfredo Machado na 2ª Temporada da série “3 Mulheres: Pós Revolução”, de Fernando Vendrell e produção David&Golias, para a RTP1 e RTPplay

“3 Mulheres” é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália

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Luís Filipe Eusébio é Francisco Sá Carneiro na 2ª Temporada da série “3 Mulheres: Pós Revolução”, de Fernando Vendrell e produção David&Golias, para a RTP1 e RTPplay

“3 Mulheres” é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália

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Jorge Vaz Gomes é Ary dos Santos na 2ª Temporada da série “3 Mulheres: Pós Revolução”, de Fernando Vendrell e produção David&Golias, para a RTP1 e RTPplay

“3 Mulheres” é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália

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Rafael Gomes é José António na 2ª Temporada da série “3 Mulheres: Pós Revolução”, de Fernando Vendrell e produção David&Golias, para a RTP1 e RTPplay

“3 Mulheres” é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália

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João Luís Silva é Guilherme na 2ª Temporada da série “3 Mulheres: Pós Revolução”, de Fernando Vendrell e produção David&Golias, para a RTP1 e RTPplay

“3 Mulheres” é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália

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Álvaro Faria na 2ª Temporada da série “3 Mulheres: Pós Revolução”, de Fernando Vendrell e produção David&Golias, para a RTP1 e RTPplay

“3 Mulheres” é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália

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Teresa Coutinho em “AINDA MARIANAS”, com assistência de encenação de Rafael Gomes | 21 de Abril a 8 de Maio, no Teatro Nacional D. Maria II

Criação e dramaturgia Catarina Rôlo Salgueiro, Leonor Buescu, a partir de Novas Cartas Portuguesas de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, e do seu julgamento com Ana Baptista, Rita Cabaço, Teresa Coutinho;  assistência de encenação Rafael Gomes desenho de luz Manuel Abrantes; desenho de som André Pires;  cenografia Ângela Rocha;  figurinos Ângela Rocha, Catarina Rôlo Salgueiro, Leonor Buescu;  assistente de desenho de luz Diana dos

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Nídia Roque em “História de Babar, o Pequeno Elefante”, de Jean de Brunhoff | 28 a 30 março às 10h e às 11h30 | 9 e 10 de abril às 11h30, no CCB

O projeto História de Babar, o Pequeno Elefante propõe a adaptação cénica de Histoire de Babar, le Petit Éléfant, de Jean de Brunhoff, a partir do conceito de piano e narrador proposto por Francis Poulenc.Publicada pela primeira vez em 1939, a história de Jean de Brunhoff,  dirigida para o público infantil, e acompanhada por ilustrações do próprio autor, conta a história de um pequeno elefante, de como ele perdeu a

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