Agência The Board dedica-se à Gestão de Carreiras de Atores em Televisão, Cinema, Publicidade, Entertainment, Conteúdo em Video e Produção.

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Alfredo Brito na longa-metragem “O Teu Rosto Será o Último”, de Luís Filipe Rocha | Ukbar Filmes

Bárbara Rosa, atriz portuguesa, nasce em 1998. Formação de atores na Academia Mundo das Artes.(3 anos) Curso Intensivo na Nicolau Breyner Academia Desde 2020, conta com várias participações em curtas-metragens e longas-metragens académicas. Participação na série “Pôr do Sol”, de Manuel Pureza.  Em 2022, fez parte do grupo de Teatro de lolanda Laranjeiro, onde foi convidada para ser assistente de produção e encenação do curso de teatro nível 1, onde se mantém até

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Bárbara Rosa – Novo Agenciamento

Bárbara Rosa, atriz portuguesa, nasce em 1998. Formação de atores na Academia Mundo das Artes.(3 anos) Curso Intensivo na Nicolau Breyner Academia Desde 2020, conta com várias participações em curtas-metragens e longas-metragens académicas. Participação na série “Pôr do Sol”, de Manuel Pureza.  Em 2022, fez parte do grupo de Teatro de lolanda Laranjeiro, onde foi convidada para ser assistente de produção e encenação do curso de teatro nível 1, onde se mantém até

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Inês Barros – Novo Agenciamento

Nasceu em 1997, em Argoncilhe. Em Lisboa desde 2015, é no ano de 2022 que termina uma formação de 3 anos na Academia Mundo das Artes. Acrescenta ao seu percurso formações e workshops como “ERROR”, com o encenador Marco Medeiros, Técnica de Meisner, com Tiago Fernandes, Direção de Atores, com o realizador Simão Cavatte, entre outros. Em Fevereiro de 2022, estreia-se em cena com o espetáculo “O Memorial do Convento”, numa encenação

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Fábio Godinho – Novo Agenciamento

Fábio Godinho (nascido em 1986, Salvaterra de Magos, Portugal) Ator e encenador participa ao Festival d’Avignon em 2009/2010 com O privilégio do caminho de Fernando Pessoa e 2016 com Des voix sourdesde Bernard-Marie Koltès, e Sales gosses em 2021. 2013 põe em cena de Hôtel Palestine de Falk Richter, Théâtre 13 Paris. 2014 escreve o texto e põe em cena Que la terre m’étouffe si j’agis faussement no Théâtre National du Luxembourg. 2016/2017 actua em França com a Compagnie

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Dany Duarte – Novo Agenciamento

Nasceu em 2002 em La Chaux-de-Fands (Suíça) e regressou a Portugal, Santa Maria da Feira, em 2010. Frequentou o curso de Interpretação a Academia Contemporânea do Espetáculo no Porto e está, de momento, a terminar a licenciatura em Teatro/Atores na Escola Superior de Teatro e Cinema.  No âmbito escolar, participou nas peças Má Sorte que Ela Fosse Puta (John Ford), Seis Personagens à Procura de Um Autor (Luigi Pirandella), Tio

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NÍDIA ROQUE em “A Omissão da Família Coleman” de Claudio Tolcachir, encenação de Pedro Carraca, no Teatro da Politécnica de 27 de Abril a 27 de Maio

Tradução Rita Bueno Maia Com Américo Silva, Ana Castro, Antónia Terrinha, Hélder Braz, Nídia Roque, Nuno Gonçalo Rodrigues, Raquel Montenegro e Vicente Wallenstein Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Construção e montagem Francisco Silva Luz Pedro Domingos Montagem Flávio Martins Som André Pires Operação Lucas Domingos Assistente de encenação Inês Pereira com o apoio de Carla Madeira, Gonçalo Silva, Rafael Arnault e Rodrigo Leite Encenação Pedro Carraca  AVÓ  Não estejas tão zangado, é a tua família, é assim. Que hás-de

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Raquel Castro é protagonista da longa metragem “CIDADE RABAT”, realização de Susana Nobre

Cidade Rabat é uma comédia melancólica sobre o luto. Helena tem quarenta anos e tem uma filha com doze anos chamada Maria com quem vive, em semanas alternadas com o pai. Helena trabalha como produtora de cinema e sente-se reprimida pelo quotidiano burocrático das suas funções. Após a morte da sua mãe, Helena é atingida por um sentimento de orfandade enegrecido pelo ambiente de morbidade que a envolveu nos últimos

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Tiago Fernandes em “Justos Entre as Nações – O Silêncio de Cécile”, autoria e encenação de Eduardo Molina

Enquadramento histórico:Durante a II Guerra, o casal luso-francês José de Brito Mendes e Marie-Louise vivia em Saint-Ouen (arredores de Paris), tendo como vizinhos Aron e Fojgel Berkovic, um casal judeu.Os Brito Mendes tinham um filho: Jacques. Os Berkovic tinham uma filha: Cécile. Depois de Aron ser levado para Auschwitz, Fojgel percebe que é uma questão de tempo para ser levada também. Os Brito Mendes, arriscando igualmente a vida, mantêm a seu cuidado a

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Jorge Vaz Gomes é Ary dos Santos na 2ª Temporada da série “3 Mulheres: Pós Revolução”, de Fernando Vendrell e produção David&Golias, para a RTP1 e RTPplay

“3 Mulheres” é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália

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João Luís Silva é Guilherme na 2ª Temporada da série “3 Mulheres: Pós Revolução”, de Fernando Vendrell e produção David&Golias, para a RTP1 e RTPplay

“3 Mulheres” é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália

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Álvaro Faria na 2ª Temporada da série “3 Mulheres: Pós Revolução”, de Fernando Vendrell e produção David&Golias, para a RTP1 e RTPplay

“3 Mulheres” é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo – 1961 e 1973 – do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália

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Nídia Roque em “História de Babar, o Pequeno Elefante”, de Jean de Brunhoff | 28 a 30 março às 10h e às 11h30 | 9 e 10 de abril às 11h30, no CCB

O projeto História de Babar, o Pequeno Elefante propõe a adaptação cénica de Histoire de Babar, le Petit Éléfant, de Jean de Brunhoff, a partir do conceito de piano e narrador proposto por Francis Poulenc.Publicada pela primeira vez em 1939, a história de Jean de Brunhoff,  dirigida para o público infantil, e acompanhada por ilustrações do próprio autor, conta a história de um pequeno elefante, de como ele perdeu a

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Patrícia Pinheiro | Novo Agenciamento

Iniciou a formação no BalleTeatro Escola Profissional; Licenciada em Estudos Artísticos – variante Artes e Culturas Comparadas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Pós – Graduada em Escrita de Ficção sob direcção de Filipa Melo, para além de diversas formações complementares, destacando-se a École des Maîtres 2015 Foi dirigida e trabalhou com Ivica Buljan, João Cayatte, Beatriz Batarda, Polina Klimovitskaya, Thiago Felix, Almeno Gonçalves, Ricardo Correia, João

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Vasco Barroso | Novo Agenciamento

Começou em 2008 o seu percurso com o teatro O’Bando, com quem teve a oportunidade de trabalhar em vários eventos de teatro internacionais, estudou na Escola Profissional de Teatro de Cascais onde se formou como actor, tirou um curso do método de Michael Tchekov em Londres e actualmente frequenta a licenciatura de teatro – Ramo de actores na Escola Superior de Teatro e Cinema. Em teatro trabalhou com a Escola

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PEDRO DAMIÃO em “Menina Júlia”, encenação de Renata Portas | De 9 a 19 Fevereiro, no Teatro Carlos Alberto

encenação RENATA PORTAS tradução AUGUSTO SOBRAL dramaturgia HUGO MIGUEL SANTOS assistente de dramaturgia CAIO GABRIEL apoio ao movimento ISABEL ARIEL DJ em palco REDSHOES (FILIPA VARANGA) espaço cénico LEONIE KOHUT desenho de luz MÁRIO BESSA figurinos JORDANN SANTOS assistência de encenação PEDRO MANANA produção SUSANA OLIVEIRA estagiária de dramaturgia e produção ADRIANA TIRONI interpretação ANA CRIS, SÍLVIA SANTOS, PEDRO DAMIÃO coprodução PÚBLICO RESERVADO, TEATRO NACIONAL SÃO JOÃO comunicação LINA&NANDO- (fotografias

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PAULO DUARTE RIBEIRO E TIAGO FERNANDES na série “Até Que a Vida Nos Separe”, de Manuel Pureza. A partir de 10 de Fevereiro, na NETFLIX. Disponível em 198 países 

Um concurso de talentos onde seis candidatos se apresentam perante a plateia. No final, o público vota no seu “A série da RTP, uma produção da Coyote Vadio, alcança feito inédito na ficção nacional: pela primeira vez a Netflix adquire um conteúdo português para estreia a nível global.” preferido, levando ao pódio o mais votado. Entretanto, uma audiência de jurados VIP irá ao rubro com as apresentações bombásticas dos concorrentes

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PAULO DUARTE RIBEIRO em “Taras & Manias”, enc. Hugo Franco, de 20 janeiro a 26 fevereiro no Teatro da Comuna

Um concurso de talentos onde seis candidatos se apresentam perante a plateia. No final, o público vota no seu preferido, levando ao pódio o mais votado. Entretanto, uma audiência de jurados VIP irá ao rubro com as apresentações bombásticas dos concorrentes e difícil será eleger o grande vencedor. Autoria: José Campos e Hugo FrancoEncenação: Hugo FrancoInterpretação. Carlos Paulo, Hugo Franco, Luís Gaspar, Maria Ana Filipe, Paulo Duarte Ribeiro e Sissi

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Maria João Freitas | Novo Agenciamento

Nasceu em 1995 e iniciou a sua formação artística em 2001 na Academia de Música de S.João da Madeira- Violino, frequentando simultaneamente a Academia de Bailado Ana Luisa Mendonça- Ballet Clássico.  É Licenciada em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Em 2017 frequentou o Curso Profissional de Acting de Audio Visuais na World Academy e ingressou no Curso Profissional de Actores na ACT (2018-2021).

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ANA BRANDÃO em “O BALCÃO”, de Jean Genet, encenação de Nuno Cardoso | De 7 a 23 de janeiro, no TNSJ

TRADUÇÃO REGINA GUIMARÃES CENOGRAFIA F. RIBEIRO FIGURINOS TNSJ DESENHO DE LUZ FILIPE PINHEIRO SONOPLASTIA JOÃO OLIVEIRA VÍDEO FERNANDO COSTA VOZ CARLOS MEIRELES MOVIMENTO ELISABETE MAGALHÃES DRAMATURGIA NUNO CARDOSO, RICARDO BRAUN ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO RICARDO BRAUN INTERPRETAÇÃO AFONSO SANTOS, ANA BRANDÃO, ANTÓNIO AFONSO PARRA, JOANA CARVALHO, JOÃO MELO, MARGARIDA CARVALHO, MARIA LEITE, MÁRIO SANTOS, RODRIGO SANTOS, SÉRGIO SÁ CUNHA PRODUÇÃO TEATRO NACIONAL SÃO JOÃO

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RITA CRUZ em “Uma Dança das Florestas”, de Wole Soyinka com encenação de Zia Soares.

tradução Rita Correia dramaturgia Zia Soares outros textos Zia Soares interpretação Ana Valentim, Cláudio da Silva, Gio Lourenço, Júlio Mesquita, Matamba Joaquim, Miguel Sermão, Rita Cruz, Vera Cruz cenário e figurinos Neusa Trovoada música Xullaji design de luz Jorge Ribeiro assistência à encenação de movimento Vânia Doutel Vaz voz off Xullaji, Zia Soares confeção de figurinos Aldina Jesus Atelier fotografia Mónica de Miranda vídeo (teasers) António Castelo estagiário (Bolsa Procultura)

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Tiago Fernandes em “Romeu & Julieta” de William Shakespeare | Encenação de Luís Moreira | 26 Nov, no Teatro Diogo Bernardes entre 15 de Dez a 9 Jan, no Teatro do Bairro

Depois de Noite de Reis, Sonho de Uma Noite de Verão, Muito Barulho Por Nada e Hamlet, chega a vez de Romeu & Julieta, a segunda tragédia do ciclo “Três Comédias, Três Tragédias”, dedicado a William Shakespeare. Neste espetáculo do Filho do Meio, a mais bela história de amor, conhecida por todos, é contada ao contrário: do fim para o início. Romeu e Julieta estão mortos, depois fogem, depois casam, e

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Rodrigo Tomás é Romeu Fonseca em “Para Sempre”, novela TVI

Romeu Fonseca tem 30 anos é guarda-costas. Criado nos subúrbios de Lisboa, aprendeu desde cedo a usar a intimidação para se safar de situações complicadas. Em adolescente foi apanhado por alguns crimes menores e o tempo que passou na cadeia só lhe aumentou a convicção que nunca poderia mostrar fraqueza. Irreflectido e algo trapalhão, é o homem de mão de Pedro e admira-o como um irmão mais velho. Obedece-lhe sem

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Rita Cruz em “Eterno Debate”, criação e texto de Teresa Coutinho

De 9 a 25 de OutubroNo CAL – PRIMEIROS SINTOMAS O assunto mais premente da atualidade, discutido à volta da mesa por cinco das mentes mais brilhantes do nosso país. A prova viva da pertinência e acutilância do pensamento contemporâneo, para dar resposta aos exageros, às histerias, a esse politicamente correto que parece estar na ordem do dia e tanto nos tem roubado o nosso tão precioso tempo. É uma

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Nídia Roque encena, escreve e interpreta “O Voo de Ícaro”

Ficha ArtísticaTexto e Encenação Nídia Roque Dramaturgia Guilherme Gomes, Nídia Roque Interpretação: André Pardal, Bernardo Souto, Catarina Rôlo Salgueiro Músico Afonso Wallenstein | Cenografia: Filipa Camacho | Adereços Alunos do 3o e 4o anos, da Escola de Pedro Nunes em conjunto com Serviço Educativo do Museu da MarionetaSonoplastia André Mateus Desenho de luz Rui Seabra Produção Teatro da CidadeCoprodução: Museu da Marioneta, Teatromosca Apoio Fundação GDA Sinopse No labirinto mais

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João Silva em “F” CRIAÇÃO auéééu – Teatro | De 28 outubro a 8 novembro | Em simultâneo no Teatro São Luiz e TNDM II

João Silva em “F” CRIAÇÃO auéééu – Teatro | De 28 outubro a 8 novembro | Em simultâneo no Teatro São Luiz e TNDM II De 28 outubro a 8 novembro (Quarta a sábado 19h30;domingo 17h30)Sala Mário Viegas Ao Teatro São Luiz chega parte da companhia Auéééu, com o espetáculo F. Depois de uma cisão neste coletivo artístico, é apresentado, ao mesmo tempo, um outro espetáculo no Teatro Nacional D.

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Nídia Roque em “Karōshi” uma criação do Teatro da Cidade | De 14 a 24 Nov | TNDMII

QUA E SÁB, 19H30 > QUI E SEX, 21H30 > DOM, 16H30SALA ESTÚDIO Sinopse Uma figura, Bob, trabalha numa sala, hermeticamente concebida para que a sua tarefa não seja corrompida. Os colegas de Bob, mantêm também eles a sua tarefa – certificarem-se que este espaço artificial em que Bob trabalha, lhe pareça o mais natural possível. Para isso concretizam as mais distintas tarefas – manter um ambiente harmonioso, calmo, limpo,

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